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Shin's Blog
Mas afinal, é colegial, ensino fundamental ou ensino médio?
Escrito por Shin   
Dom, 29 de Maio de 2011 22:36
No que a educação do Japão é parecida ou diferente da educação no Brasil?

 Olá, pessoal. Tudo bom com vocês?

Estava lendo o mangá Kimi ni Todoke (mangaká: Karuho Shiina), recentemente lançado no Brasil pela editora Panini, e me deparei com uma explicação bacana sobre o funcionamento do sistema educacional japonês e sua similaridade com o brasileiro. Resolvi pesquisar e trazer as informações para vocês. Nós aqui trabalhamos com muitos mangás que envolvem colégio e suas nomenclaturas. Vou escrever alguns nomes que lembro e tentar situar melhor vocês.

O mangá Kimi ni Todoke conta a história de Sawako Kuronuma, que parece muito a Sadako de "O Chamado" e por isso é excluída no colégio (seu apelido, por acaso, é Sadako). Ninguém chega perto dela, afirmando que ela poderá trazer má sorte, amaldiçoá-los e coisas do tipo. Tudo que acontece de ruim, após alguém ter tido contato com ela é automaticamente sua culpa, tadinha. Quem tenta mudar esse estigma é o Kazehaya, que se aproxima dela e tenta ajudá-la a se enturmar. O mangá é muito fofo, estou procurando o anime nesse momento para baixar *_*. O mangá tem 14 volumes e está em andamento. O anime vai do Vol. 1 Cap 1. do mangá até o vol. 11 cap 46. (dados retirados do Manga Updates ).

Agora ao que interessa: O sistema educacional. A nota da Panini dizia o seguinte (e nós seguimos em parte a tradução deles – É assim na tradução dos grupos em inglês também): são 6 anos de "shogakku" ("primário", semelhante ao nosso Ensino Fundamental I), 3 anos de "chuugakkou" ("ginasial", nosso Ensino Fundamental II) e 3 anos de "koukou" ("colegial", nosso Ensino Médio).

No Brasil, o ensino de educação básica é dividido em: Educação Infantil (pré-primária) que atende crianças entre 4 a 6 anos de idade. O Ensino Fundamental que dura 9 anos (do C.A., agora 1º ano, até a antiga 8ª série, atual 9º ano) e compreende crianças que começam aos 6 anos e saem aos 14 anos. O Ensino Médio dura 3 anos e compreende aluno dos 15 aos 17 anos.
Claro que essas idades e tempos de duração não são uma regra, mas o previsto pelo MEC são esses dados apresentados.

Se compararmos ao ensino japonês, nós ficamos em média o mesmo tempo na escola. Se fizermos as contas, 12 anos. Contudo, o ensino japonês é bem diferente do brasileiro, principalmente devido às diferenças culturais. Lá eles possuem clubes extracurriculares, como clubes de culinária, beisebol, basquete, inglês, até o clube do chá (ritual muito simbólico japonês). Nós, geralmente, não temos na escola (salvo raros institutos educacionais) esses clubes e a maior parte do tempo, os alunos brasileiros frequentam cursos de línguas fora da escola e fazem esportes como natação, judô, basquete entre outros fora do círculo escolar.

Vendo assim, até parece similar, mas não tanto. O fato de o colégio dar essa oportunidade aos alunos, de estarem dentro dele e assim aprenderem outras coisas, até relativas às suas futuras profissões, faz com que os alunos se interessem mais e levem mais a sério o seu estudo. Como educadora, acho uma atitude maravilhosa e que nós devíamos copiar =D

Abaixo vão as nomenclaturas que usamos nos mangás e que é parte do dia-a-dia escolar japonês. Na verdade, são bem pouquinhas, as mais básicas e que me lembro. Se eu aprender mais, ou se vocês souberem outras, compartilhem!

Sensei – Nesse contexto, significa professor, educador. Contudo, sensei também se referem à mangakás assim como a médicos, mestres, entre outras profissões.
Senpai – É o veterano, aquele que está um ano à frente e guia os alunos mais novos.
Kohai – Calouro, aquele aluno que entrou agora no colégio ou que está em ano inferior. Por exemplo, um aluno que está no 2º ano (kouhai) e tem um amigo no 3º ano (senpai).

Espero ter esclarecido dúvidas e não ter criados outras XD. Espero que tenha ajudado.

Se vocês tiverem sugestões sobre o que querem que seja falado aqui, mandem um email: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ! Coloquem no assunto que é relativo ao blogue!

Boa semana a todos!

Love,
S.

 
Bem vindos!!
Escrito por Shin   
Dom, 24 de Abril de 2011 22:35

Olá, pessoal! Tudo bom?

Estamos inaugurando esse espaço pela primeira vez. A ideia surgiu da antiga administradora Huntress e a Mick recentemente me ofereceu a oportunidade de usar este espaço. Achei sensacional, já que aqui posso ter um link direto com vocês e repassar um pouco do meu conhecimento mínimo em mangás yaois. Claro, também procurarei falar dos yuris e demais categorias e assuntos!

Se quiserem me indicar a leitura de algum mangá, fiquem a vontade. Adoro conhecer novas histórias, para mim meus 20 DVDs de mangá e 780 espalhados pelo quarto são muito pouco para minha curiosidade.

Para estrear com chave de ouro venho anunciar uma notícia maravilhosa. Finalmente chega às bancas o primeiro yaoi de verdade (como eu costumo anunciar XD) do Brasil. Gravitation retrata uma relação homossexual sim, mas lendo muitos outros mangás do gênero yaoi percebi que ele estava mais para shounen ai. O motivo? Sexo.

Blood Honey no Brasil

Muitas pessoas ainda se sentem encabuladas ao olhar sexo nas páginas de mangá. Acreditem, eu também me senti um dia e não, eu não procuro histórias apenas pelo sexo gay delas. Não é normal, numa sociedade recatada como a nossa, a visão do sexo nos quadrinhos (apesar de a mesma estar bastante difundida no Japão). Este mangá que foi lançado pela editora NEW POP no mês de Abril deste ano, marca um ponto crucial na história de quadrinhos japoneses no Brasil. É A PRIMEIRA VEZ que um mangá retrata a homossexualidade masculina de forma tão aberta, expondo o tabu, o medo e o desejo entre duas pessoas do mesmo sexo.

Blood Honey, o mangá em questão, é da famosa mangaká Sakyou Yozakura. Eu já li todos os mangás traduzidos pro inglês e espanhol dela, e vou dizer, ela é boa, tem uma mão maneira. Não é, para mim, como Kazuhiko Mishima, Kazuma Kodaka, Kirishima Tamaki ou Yamane Ayano, mas mesmo assim me surpreendeu. O traço é bem feito, as feições são mais femininas sim e a história é NO MÍNIMO hilária.

Sakyou Yozakura trabalha a angústia (ou como se chama no universo das fics, angust), o drama de forma bem firme. Não se prolonga, não faz tanta cena, mas ele existe e é bastante presente. Sakyou-sensei retrata o sexo como um poço de onde se toma o amor em suas proporções mais elevadas. O prazer físico está associado ao prazer mental, mas mesmo assim são independentes. Trata a comédia de forma natural, as piadas se desenrolam de forma convincente e eu senti, por diversas vezes, que numa louca realidade paralela, aqueles personagens existiam em carne e osso (quase ~xXx Holic ~).

Bloody Honey, ao contrário dos outros mangás da autora, não tem tanto sexo. Mentira, tem, mas não o casal principal. Se não me engano é apenas uma cena, no último capítulo. Há um tesão mal reprimido muito forte que dá vontade de entrar no mangá, entregar um pacote de camisinhas e dizer “Come ele logo, filho!”.

A história se passa em 5 capítulos. Os capítulos 01, 02 e 05 (um extra) contam a história do casal principal. Akabane Yuki é um enfermeiro muito popular, pois consegue tirar sangue de seus pacientes com uma precisão absurda e sem causar-lhes dor. O que acontece é que ele é um vampiro que resolveu trabalhar num banco de sangue por ser mais prático para que ele pudesse se alimentar (quando eu li isso, eu chorava de rir. Nunca mais encarei as enfermeiras que tiram sangue da mesma forma). Se aproxima dele um paciente, um professor, que frequenta semanalmente (ele queria mais, mas o enfermeiro não deixa) o lugar para retirar sangue (o motivo, vocês saberão!!!). Seu nome é Mayuzumi Osamu, e é pelo SANGUE dele que Yuki se apaixona. Isso mesmo, ele só quer o sangue do cara! Literalmente um sanguessuga. Óbvio, a história vai se desenrolar, mas aí vocês terão que ver.

O capítulo 03 traz a história de outro vampiro, Kurosu Kiri que é parente do personagem principal Yuki. É o típico garoto mimado, que tem todos aos seus pés e acha que tá abafando sendo comido por geral, até que ele escuta que na verdade o usado é ele. Ele decide morar com o casal principal e torna a vida dos dois um inferno. Até que Osamu tem a ideia de enviar Kiri para a casa de um amigo dele, MONGE. Já viu no que vai dar né?

O capítulo 05 traz a adolescência de Osamu e o nosso monge dito acima, cujo nome é Yamada Tarou. Conta o passado deles e como eles se tornaram amigos apesar de serem inimigos na escola. É bem engraçado.

Blood Honey é um mangá sobre vampiros, mas não vá esperando Crepúsculo, muito menos Anne Rice. Não tem nada a ver com o estereótipo de vampiros que temos hoje em dia. É apenas um ser que tem paixão por sangue e tem encantos a mais. A minha dica é: LEIAM. Primeiro porque, como fãs do gênero, devemos apoiar a vinda dele pra o Brasil e incentivar o mercado para que traga mais. Segundo, a história é boa e mais madura em muitos aspectos em relação à Gravitation. O mangá é um volume só e está custando R$14,00. Está nas bancas da cidade de São Paulo e do Rio de Janeiro. A COMIX (SP) e a POINTHQ (Rio) estão vendendo!

Esse é o propósito do blog, compartilhar com vocês informações úteis sobre esse vasto mundo dos mangás, no qual eu vivo intensamente. Espero poder ajudá-los no que for preciso e abusar da minha lista de 50 páginas do WORD de mangakás.

Para quem é curioso que nem eu e, ao ler um mangá, procura TODOS da mangaká, lá vai os que eu já li dela e recomendo (esses estão traduzidos para o inglês, os que não li, não estão ^.~):  Bloody Honey;  Love, Line, Arrow; Room Share e Fundashi Baby.

Espero que tenham gostado dessa pequena introdução.

Semana que vem tem mais dicas.

 

Love,

S.

 


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